quinta-feira, 23 de junho de 2011

novo CÓDIGO FLORESTAL e proposta para PAGAMENTO POR SERVIÇOS FLORESTAIS

ESPECIAL

22/06/2011 - 11h28

Proprietários poderão ser incentivados a reflorestar, diz Eduardo Braga


Brasil pode adotar mecanismos para remunerar serviços ambientais

O pagamento aos proprietários rurais pela recomposição de áreas desmatadas ou manutenção de mata nativa é uma das soluções que estão sendo arquitetadas para viabilizar a aprovação do novo Código Florestal (PLC 30/2011) no Senado. A ideia é que a oportunidade de remuneração substitua a regra aprovada na Câmara que extingue punição a quem aderir a programa de regularização ambiental e libera pequenas propriedades de recomporem a reserva legal.

O incentivo para o replantio de área protegida é uma modalidade do que tecnicamente se denomina pagamento por serviços ambientais - compensação financeira ao proprietário rural que conserva área florestada, a qual contribui para a qualidade ambiental por meio da absorção de gases de efeito estufa, proteção de biodiversidade e regulação do regime hídrico, entre outros. A emenda ao PLC 30/2011 deverá ser apresentada por um grupo de senadores que pretendem encontrar um meio termo entre as necessidades da produção agrícola e as de proteção ao meio ambiente. Um desses parlamentares é o senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Para ele, os entendimentos com vistas ao novo código começam pelo reconhecimento da importância das atividades rurais para o país.

- O Brasil é um país agrícola, com fundamento macroeconômico no agronegócio, assim como no extrativismo mineral e no semi elaborado, que são combinações que acabam atuando sobre o meio ambiente - observa o senador.

Manter a vegetação nativa, diz ele, é condição essencial para o sucesso do agronegócio, uma vez que estão nas florestas as bases do regime de chuvas, o chamado ritmo hidrológico, que mantém a alta produtividade da agropecuária brasileira e a disponibilidade de água para irrigação e para a geração de energia.

No entender do parlamentar amazonense, compreender essa relação entre floresta e economia agrícola é essencial para se chegar a um entendimento em torno do novo código. Se, por um lado, a atividade econômica pressiona a floresta, por outro, a existência da floresta mantém a oferta de água essencial ao sucesso do agronegócio.

Ao invés de ficar na discussão entre punição ou não punição para quem desmatou ilegalmente, o Senado deve apresentar uma saída criativa, aconselha Eduardo Braga. E uma dessas saídas é justamente o incentivo financeiro para a combinação das atividades agropecuária e florestal.

Falando de um ponto de vista mais filosófico, o peemedebista observa que a discussão sobre o novo Código Florestal representa uma oportunidade para o país construir um futuro inteligente, a partir do entrelaçamento de um de seus principais fundamentos macroeconômico, o agronegócio, com sua grande vantagem comparativa no cenário mundial, as riquezas naturais.

Alternativa

A solução a ser oferecida em forma de emenda ao projeto de novo Código Florestal considera Reserva Legal e Área de Preservação Permanente (APP) como fontes de recursos que o agricultor pode usar para pagar recomposição de vegetação ou para aplicar na produção agropecuária.

Para recompor a reserva legal, explica Eduardo Braga, o produtor captaria recursos, inclusive por meio do BNDES, e pagaria com a remuneração pelos serviços ambientais. Nos casos em que a recuperação não pudesse ser feita no local desmatado por aquele produtor, a compensação poderia se dar em áreas estabelecidas conforme um plano nacional.

O mecanismo de compensação dependeria do quanto o serviço ambiental conseguido pelo produtor reduziu as emissões de carbono. E a estratégia, acrescenta o senador, serve para todos os biomas, já que em cada um deles há um tipo de serviço ambiental a ser prestado.

- Com isso, estaremos colocando o Brasil na vanguarda desse mecanismo. Você passa a ter uma capacidade de investimento que não depende apenas do Tesouro Nacional, da arrecadação de tributos, mas também do pagamento de incentivos ao meio ambiente, que pode ser transformado em melhorias para a população - reforça Eduardo Braga.

O senador se refere, neste caso, a recursos que estão disponíveis, inclusive em nível internacional, para remunerar os produtores rurais que reflorestam ou deixam de desmatar. No jargão ambiental essa prática é conhecida como confisco ou seqüestro de carbono. E a expressão se explica pelo fato de que a mata recomposta ou preservada segura o carbono, por meio de uma das etapas da fotossíntese.

O senador lembra que já existe conhecimento científico para medir o volume de carbono retirado da atmosfera em função da atividade florestal, e mesmo a emissão de carbono evitada, quando se impedem desmatamentos.

Ressaltando que o Brasil se caracteriza pela convivência entre agronegócio forte e meio ambiente forte e conservado, o senador considera que o país está diante da possibilidade de não cometer o erro verificado em outros países em termos de uso incorreto dos recursos naturais.

- Não estamos reinventando a roda, estamos apenas trazendo para a teoria econômica e financeira o que o clima e a natureza já nos dão. Ou seja, algo que cria o mesmo elo e a mesma interdependência que existe entre natureza e essas questões [produção agropecuária e geração de energia] - explicou.

Bolsa Floresta

Eduardo Braga lembra que, como governador do Amazonas, conseguiu promover sustentabilidade econômica, social e ambiental, a partir da implementação de programa que combina crescimento econômico e preservação ambiental - o Bolsa Floresta. Segundo o senador, o estado, no período, registrou queda no desmatamento e, ao mesmo tempo, grande crescimento do produto interno bruto (PIB) e melhoria na distribuição de renda.

- Criamos um modelo com incentivos econômicos a partir dos produtos sustentáveis da floresta e criamos outro mecanismo complementar para os serviços ambientais, como monetização e remuneração - disse, ao citar o Bolsa Floresta.

De acordo com o senador, o programa hoje beneficia oito mil famílias e abrange 37 mil pessoas ligadas a Unidades de Conservação. É financiado com recursos captados junto ao governo da Noruega para o Fundo Amazônico.

Questionado sobre as dificuldades para se repetir, em propriedades rurais, experiências ainda restritas a Unidades de Conservação, Eduardo Braga é categórico:

- Se construirmos mecanismos rentáveis, todos vão querer aderir.

E o exemplo mais notável de um negócio ambiental rentável, conforme o parlamentar, é o da coleta e reciclagem de latinhas de alumínio, que se consolidou em nível nacional e deu ao país fama no exterior.

Iara Guimarães Altafin / Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Assuntos Relacionados: Biodiversidade , Clima , Economia , Efeito Estufa , Energia , Governo , Meio Ambiente , PIB , Plenário , Sustentabilidade

terça-feira, 24 de maio de 2011

AULA INAUGURAL DO PMDA E HOMENAGEM AOS 05 ANOS DE FUNDAÇÃO DO CEDAM

Mestrado em Direito Ambiental promove aula inaugural nesta Terça-feira, dia 24.


O Programa de Pós-graduação em Direito Ambiental da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) dá início às atividades acadêmicas de 2011 nesta terça, 24. A aula inaugural será ministrada pela professora doutora Therezinha de Jesus Pinto Fraxe, coordenadora do Núcleo de Socioeconomia/NUSEC/UFAM, no auditório da Escola Superior de Ciências Sociais (Av. Presidente Castelo Branco, 504 – Cachoeirinha Manaus), às 17 horas.

Em sua apresentação, Fraxe abordará o tema: "Resignificação do Direito, Ambiente e Povos da Floresta". Além de docente nos programas de Pós-graduação em Ciências do Ambiente e no de Sociologia da UFAM, Fraxe é autora de livros como Horta Comunitária: uma alternativa para a melhoria da alimentação e renda, Cultura Cabocla Ribeirinha: Mitos, Lendas e Transculturalidade, entre outros.
Ainda como parte da programação, acontece em seguida ato de homenagem aos 5 anos de fundação do Centro de Estudos em Direito Ambiental da Amazônia - CEDAM, com a participação de seus associados, inclusive, dos membros idealizadores e fundadores da Entidade.

O CEDAM visa aproximar a academia da sociedade almejando o desenvolvimento sócio-ambiental da Amazônia e a defesa do meio ambiente, promovendo o respeito aos Direitos dos Povos e aos Direitos Multiculturais, prestando consultoria acerca de temas sócio-ambientais, científicos e culturais para instituições públicas e privadas, bem como, apoiando e participando de projetos de estudo, pesquisa e extensão sobre a realidade amazônica.

Ingressam em 2011 no Programa de Pós-graduação em Direito Ambiental da UEA 11 alunos aprovados em processo seletivo. Em quase 10 anos de atividades, aproximadamente 100 alunos foram diplomados no curso. O Programa, que é o primeiro do Brasil na área, forma profissionais especializados em direito ambiental, capacitados em prover cargos jurídicos e técnicos relacionados ao tema. Conservação dos Recursos Naturais e Desenvolvimento Sustentável e Direitos da Sócio e Biodiversidade são as linhas de pesquisa.

Informações pelo telefone (92) 3878-4425 / 9162-6852 ou pelo e-mail
pmda@uea.edu.br / cedamamazonia@gmail.com.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

“Bioética e Pesquisa” é tema de Fórum promovido pela Semsa

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) promove, na quinta e sexta-feira (12 e 13 de maio), o I Fórum de Bioética e Pesquisa de Manaus. O evento vai reunir representantes de Comitês de Ética em Pesquisa, de instituições de ensino superior, de entidades de classe e da sociedade civil organizada, além de estudantes. O objetivo do Fórum, que será realizado no auditório da Universidade Paulista (Unip), é promover a troca de experiências entre os comitês, instâncias de caráter consultivo e deliberativo, encarregados de avaliar os aspectos éticos envolvidos na execução de projetos de pesquisa com seres humanos. A abertura do Fórum acontece às 8h30 desta quinta-feira (12), com a presença do secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato.


Segundo a coordenadora da Comissão de Ética em Pesquisa (COEP) da Semsa, Fátima Castro, durante a programação do Fórum será apresentado um panorama geral dos fundamentos teóricos da Bioética, com a abordagem de diversos temas. A atribuição e o funcionamento dos Comitês de Ética em Pesquisa, a Legislação a ser observada por pesquisadores e pesquisados, estão entre os assuntos que serão apresentados, no primeiro dia do evento, por palestrantes convidados. “A Bioética e a Atenção Básica” e “A Bioética e a Humanização dos Serviços de Saúde”, por sua vez, estão na lista de temas a serem discutidos durante as mesas-redondas, que marcarão o segundo e último dia do evento, na sexta-feira.

Além de convidados da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) do Centro Universitário Nilton Lins, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), da Fundação Alfredo da Matta (Fuam) e da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas (FMT/AM), o I Fórum de Bioética e Pesquisa de Manaus também terá a participação de especialistas do Instituto Evandro Chagas (IEC), de Belém (PA); da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

No primeiro dia do Fórum, o representante do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), Nailson Pinto, fará uma apresentação sobre o funcionamento do Sistema CEP/Conep, a rede formada pelos Comitês de Ética em Pesquisa locais e a Comissão Nacional. Nailson também fará a palestra de abertura do segundo dia do Fórum, quando tratará da autonomia dos Comitês de Ética em Pesquisa.

Fonte: Sítio da SEMSA
http://semsa.manaus.am.gov.br/%E2%80%9Cbioetica-e-pesquisa%E2%80%9D-e-tema-de-forum-promovido-pela-semsa/




segunda-feira, 2 de maio de 2011

Participe das reuniões dos Grupos de Trabalho do CEDAM!


Caro associado e voluntário, 

Na reunião Assembleia Geral do CEDAM, realizada em 29/11/10, foram criados os Grupos de Trabalhos e Discussão do CEDAM.

Os coordenadores dos GT's e seus membros fundadores se comprometeram a desenvolver, ao menos, uma atividade, por ano, concernente a sua temática de repercussão local, regional, nacional ou internacional (publicação, palestra, oficina etc.). E, também, a apresentar relatório bimestral de suas atividades à Diretoria do CEDAM.

Abaixo seguem os GT's e seus respectivos coordenadores. Entre em contato com eles e participe na construção de idéias e de atividades.
  
a) Povos indígenas e comunidades tradicionais
Coordenadora: Liana Amin Lima da Silva (92 8826-7504)
Membros fundadores: 
Dempsey Pereira Ramos Júnior
Denison Melo de Aguiar
Mônica da Costa Pinto
Moysés Alencar de Carvalho

b) Pesca e Direito:
Coordenador: Denison Melo de Aguiar (92 9304-2805)
Membros fundadores: ---------

c) Audiovisual e Direito:
Coordenador: Moysés Alencar de Carvalho (92 8141-1232)
Membros fundadores:
Dempsey Pereira Ramos Júnior
Denison Melo de Aguiar
Fabrício Soares de Melo
Joelson Rodrigues Cavalcante
Lana Elisa Matos Gomes
Liana Amin Lima da Silva

d) Águas e Direito:
Coordenadora: Danielle de Ouro Mamed (92 xxxx-xxxx)
Membros fundadores: 
Daniela Brandão Caldeira
Joelson Rodrigues Cavalcante
Lana Elisa Matos Gomes

e) Assessoria e consultoria jurídica:
Coordenadora: Lana Elisa Matos Gomes (92 91626852)
Membros fundadores: 
Joelson Rodrigues Cavalcante
Juliana Correa Tuji
Liana Amin Lima da Silva
Patrícia Santos Précoma Pellanda

f) Novas tecnologias e Direito ambiental:
Coordenadora: Patrícia Santos Précoma Pellanda (92 8833-7063)
Membros fundadores: 
Mônica da Costa Pinto
Moysés Alencar de Carvalho

g) Mudanças climáticas e Direito:
Coordenador: Joelson Rodrigues Cavalcante (92 xxxx-xxxx)
Membros fundadores: 
Cyntia Costa de Lima
Danielle de Ouro Mamed

h) Direito ambiental internacional:
Coordenadora: Thalita Lopes Motta (92 xxxx-xxxx)
Membros fundadores: 
Cyntia Costa de Lima
Denison Melo de Aguiar
Joelson Rodrigues Cavalcante
Lana Elisa Matos Gomes
Liana Amin Lima da Silva

i) Desenvolvimento sustentável e Direito:
Coordenador: Juliana Correa Tuji (92 8181-6066)
Membros fundadores: 
Fabrício Soares de Melo
Danielle de Ouro Mamed
Mônica da Costa Pinto

domingo, 1 de maio de 2011

Direito e Acordos comunitários de Pesca

Edital de Publicação de Resumo expandido com tema Direito e Acordos comunitários de Pesca
A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Direito Ambiental da Universidade do Estado do Amazonas (PPGDA/UEA), associada ao Grupo de Pesquisa Direito e Pesca do CNPQ e o Grupo de Trabalho Direito e Pesca do Centro de Estudos em Direito Ambiental da Amazônia (CEDAM), através do Núcleo Editorial do Mestrado em Direito Ambiental (NEDAM), tornam público o presente Edital e convidam os que se interessarem a remeter resumos expandidos para publicação da Coletânea Direito e Acordos comunitários de Pesca na Amazônia Brasileira.
A Comissão Organizadora estará recebendo e encaminhando para Comissão Científica os resumos expandidos. Para maiores esclarecimentos verificar as normas abaixo ou encaminhar e-mail para dacpab@gmail.com.
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RESUMO EXPANDIDO

1. Os resumos expandidos deverão ser encaminhados, impreterivelmente, até o dia 31 de julho de 2011, sendo revisados quanto à forma, estrutura e conteúdo pelo Comitê Científico da Coletânea e pareceristas ad hoc.
2. Os resumos expandidos deverão ser submetidos por via eletrônica. Direcionados para o seguinte e-mail:dacpab@gmail.com.
3. O prazo previsto para divulgação dos resultados é 05 de setembro de 2011.
4. Os resumos expandidos poderão ou não ser inéditos. Devendo conter: Introdução; Objetivos; Materiais e Métodos; Resultados Parciais ou Finais e Discussão; Conclusões e Referências.
5. O texto dos originais pode ser escrito nas seguintes línguas: português, inglês, francês e espanhol, deve ser organizado em: Título; Autores (no máximo três); Título em Inglês; resumo na língua portuguesa e estrangeira (serão admitidas inglês, francês e espanhol), com no mínimo 100 palavras; conter no mínimo 03 palavras-chaves na língua portuguesa e estrangeira; Grupo ao qual pertence e demais elementos textuais, conforme item 4, acima.
6. O resumo expandido deverá ocupar, no mínimo oito e no máximo dez laudas, incluindo Texto, Tabelas e/ou Figuras, no formato Word (papel A4, posição vertical; Fonte: Times New Roman; Corpo: 12; Alinhamento: Justificado, sem separação de sílabas; Entre linhas: Espaçamento um e meio; Parágrafo: 1,5 cm; Margem: superior e esquerda - 3 cm; Inferior e direito - 2 cm);
7. As citações devem obedecer as regras da ABNT e do Manual de normas da UEA.
8. Somente serão analisados trabalhos que estejam dentro das regras desta coletânea.
9. Cada autor poderá submeter até 02 (dois) trabalhos à Comissão Científica, desde que sejam para Grupos diferentes.
10. O avaliador analisa os trabalhos considerando: 1) estrutura; 2) forma; 3) conteúdo; 2) clareza no desenvolvimento do tema; 3) aderência com o Grupo escolhido; 4) profundidade do tema proposto, com nível compatível a trabalho de pós-graduação.
11. Grupos Temáticos:
11.1. ACORDOS DE PESCA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA;
11.2. ACORDOS COMUNITÁRIOS DE PESCA, DIREITOS HUMANOS, PLURALISMO JURÍDICO E PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA e
11.3. MEIOS DE VIDA SUSTENTÁVEL

A equipe da Comissão Organizadora agradece sua contribuição.

Comissão organizadora

Coordenador: Prof. Dr. Serguei Aily Franco de Camargo (PPGDA-UEA)
Integrantes:
Denison Melo de Aguiar (PPGDA-UEA)
Thaísa Rodrigues Lustosa de Camargo (PPGCASA-UFAM)

15 Congresso Internacional de Direito Ambiental: inscrições abertas!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

VÍDEO EXPERIMENTAL: SALTOS AMAZÔNICOS

Inaugurada a parceria entre a mestranda do PPGDA-UEA, Liana Amin Lima da Silva (diretora CEDAM) e o cineasta Igor Amin Ataídes (http://www.aprodutora.com.br/) através do vídeo SALTOS AMAZÔNICOS, um curta documentário experimental, a proposta é articular novos trabalhos e projetos por intermédio do CEDAM, envolvendo também o NIDMA (Núcleo de Imagem, Direito e Meio Ambiente) do PPGDA-UEA.


SALTOS AMAZÔNICOS - Igor Amin e Liana Amin, São Gabriel da Cahoeira-AM. 7'30''. 2011.


Crianças se divertem dando saltos de um barco à margem do rio Negro. Uma brincadeira lúdica da Amazônia.


Assista o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=sFJiHn1MWEQ



Um trabalho coletivo que, mesmo à distância, vem se complementando...após assistir o vídeo, o amigo Victor Pimenta (mestre em Direito Ambiental e associado ativo do CEDAM) nos brindou com a seguinte poesia:


SALTOS AMAZÔNICOS

crianças brincando
crianças saltando
crianças colhidas pela lente atenta
que transforma a festa em espetáculo.

brilhos lisérgicos saltitando nas ondas da flauta
cores dançando nas gotas de som
sopro de pajé convidando mergulho

crianças pulando
crianças brincando
crianças perfurando espessuras de Amazônia

como eu também queria saltar!

(Vilupim - Porto Alegre - 31.03.2011)